Com a simulação idêntica ao jogo web, chegou a hora da beleza. Numa noite de trabalho em paralelo, a versão Unity recebeu uma reforma visual inteira — sem mudar uma vírgula da jogabilidade antiga, que continua batendo bit a bit com o jogo web.
Armas
O raio deixa rastro e acende o chão; a Tempestade chama raios do céu; a Nevasca vira um vórtice de neve; a Chama Sagrada distorce o ar de calor; o Sol Negro paira sobre o herói. Adagas ganharam faíscas, o chicote ganhou corda e respingos, os orbes respiram e os cristais estilham.
Heróis
O herói agora anda, inclina, respira, antecipa o ataque e brilha ao subir de nível. Cada suprema tem carga, auge — a tela escurece e a câmera aproxima — e dissipação, e cada dash tem assinatura própria.
Mundo
Cada mapa tem clima: névoa, folhas, vaga-lumes, cinzas, esporos. Tochas e velas iluminam de verdade, a vegetação balança com o vento e a tempestade clareia a tela com raios. Os avisos de golpe crescem com energia, os impactos levantam poeira, e os chefes fazem entrada dramática. As arenas do Modo Chefes ganharam catedral com vitrais, estação com hologramas e jardim com água e luar.
Duas novidades de jogo
- Execução: elite abaixo de 20% da vida (chefe abaixo de 8%) cambaleia; aperte F, RB no controle ou o botão EXECUTAR no celular para o golpe final cinematográfico, que cura, dá invencibilidade curta, solta uma onda de choque e rende ouro e XP.
- Implosão do Vazio: a primeira arma exclusiva da Unity, um poço que puxa a horda e explode em anel.
E o desempenho?
Com tudo ligado, o teste de estresse roda entre 182 e 213 quadros por segundo num notebook, e a simulação ficou cerca de 6 vezes mais rápida com hordas grandes. Para o celular, há qualidade Baixa e o modo “reduzir efeitos visuais”, que corta flashes, tremores e brilhos.
